Em primeiro plano o presidente do Sagasp, Algirdas Antonio Balsevicius

No mês de novembro entidades ligadas ao setor atacadista alimentício de São Paulo estiveram no Palácio dos Bandeirantes – sede do governo paulista – para acompanhar a apresentação de uma proposta de transferência de local da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp).

O encontro foi capitaneado pela diretoria do Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios no Estado de São Paulo (SAGASP) e a apresentação foi feita pelo Centro Atacadista de Abastecimento Alimentar de São Paulo (CEASP), um dos consórcios interessados na mudança, ao secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gustavo Junqueira.

De acordo com Algirdas Antonio Balsevicius, presidente do SAGASP, trabalhadores, sindicatos, empresários e investidores apoiam a decisão da mudança porque vêem o projeto do CEASP como sendo a melhor alternativa.

O encontro reuniu representantes de entidades ligadas ao setor atacadista alimentício

Na proposta apresentada, o Novo Ceasa deverá ser instalado em um terreno de 408 hectares às margens do Rodoanel Mário Covas, na Região Metropolitana de São Paulo. O complexo abrigará seis platôs planejados para que,  mesmo após 30 anos, o Novo Ceasa ainda seja o maior entreposto alimentício das Américas, permanecendo moderno e eficiente.

Mais de R$ 2,2 bilhões serão investidos no projeto e a mudança completa deve ocorrer em até 5 anos.

Para Gustavo Junqueira, a unicidade dos atores envolvidos nas mudanças é fundamental para seu sucesso.

“O apoio dos sindicatos patronais e dos trabalhadores envolvidos no negócio da Ceagesp há muitos anos traz a mensagem de que tudo que foi estruturado, foi muito bem pensado. Não só da ótica financeira e imobiliária, mas pela preservação da atividade de distribuição, proteção ao pequeno e médio produtor, ao consumidor, e a capacidade de integrar tudo isso”, considerou.

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